terça-feira, 19 de junho de 2012

ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM EM UTI NEONATAL E PEDIÁTRICA


O curso de pós-graduação lato sensu de ESPECIALIZAÇÃO DE ENFERMAGEM EM UTI NEONATAL E PEDIÁTRICA volta-se à formação do enfermeiro, nos âmbitos da assistência, gestão, ensino e pesquisa para as Unidades de Terapia Intensiva Neonatal e Pediátricas. Desenvolvendo como objetivos gerais, conhecer as bases teórico-práticas para o planejamento, implementação e avaliação da assistência de enfermagem nessas unidades.

OBJETIVO GERAL


Desenvolver as competências necessárias (conhecimento + habilidade + atitudes) para o aperfeiçoamento profissional contínuo dos enfermeiros que atuam ou desejam atuar nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatal e Pediátrica, promovendo a melhoria da assistência de enfermagem prestada ao pequeno paciente. Fornecendo também o conteúdo teórico-prático para a administração de recursos humanos, físicos e materiais dessas unidades, tornando-o um especialista na prestação de cuidados de alta complexidade com uma assistência de enfermagem voltada à saúde da criança e do adolescente, qualificada e ética, e que também atenda às necessidades de sua família, no cenário da terapia intensiva.
 

OBJETIVO ESPECÍFICO

Ao final do curso o nosso aluno deverá estar apto para:
 
  • Planejar, organizar e supervisionar as atividades na Unidade de Terapia Intensiva Neo & Pediátricas.
  • Gerenciar o processo de trabalho em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal e Pediátricas;
  • Desenvolver análise-crítica e construtiva sobre a assistência de enfermagem ao paciente numa Unidade de Terapia intensiva pediátrica e neonatal.
  • Capacitar o enfermeiro quanto à manipulação da tecnologia disponível nas UTIs-neo e CTIs-pediátricas.

Competências do Enfermeiro Estomaterapeuta


Competências do Enfermeiro Estomaterapeuta Ti SOBEST ou do Enfermeiro Estomaterapeuta
(Documento publicado na Revista Estima vol.6 n.1 (2008)* e atualizado segundo o Estatuto revisado na Assembléia Geral Ordinária do dia 25 de outubro de 2009). 

SOBRE A ESTOMATERAPIA

A estomaterapia é uma especialidade (pós-graduação latu sensu) da prática do enfermeiro - instituída no Brasil em 1990 - voltada para a assistência às pessoas com estomias, fístulas, tubos, cateteres e drenos, feridas agudas e crônicas e incontinências anal e urinária, nos seus aspectos preventivos, terapêuticos e de reabilitação em busca da melhoria da qualidade de vida. (Estatuto SOBEST).
A SOBEST (Associação Brasileira de Estomaterapia: estomias, feridas e incontinências) foi fundada em 04.12.1992 e é o órgão de representação da estomaterapia brasileira.
O enfermeiro pós- graduado em estomaterapia é denominado pela SOBEST como Enfermeiro Estomaterapeuta (ET)  e o enfermeiro estomaterapeuta titulado  Enfermeiro Estomaterapeuta Ti SOBEST (ET Ti SOBEST).
São estomaterapeutas somente os enfermeiros pós-graduados em cursos de especialização que abranjam todas as áreas da especialidade e sejam reconhecidos tanto pela SOBEST quanto pelo World Council of Enterostomal Therapists (WCET). O título de enfermeiro estomaterapeuta Ti SOBEST é conferido, exclusivamente pela SOBEST e a obtenção desse título se dá por meio de concurso público realizado pela SOBEST, cuja aprovação poderá ser somente por memorial ou memorial e prova.
Nesse documento a SOBEST tem como finalidade registrar as competências pertinentes ao exercício da estomaterapia pelo ET Ti SOBEST ou pelo ET de acordo com as áreas de atuação. Tais competências foram elaboradas tendo como base o currículo mínimo exigido para a especialidade de enfermagem em estomaterapia.

COMPETÊNCIAS CLÍNICAS

1. ÁREA DE ESTOMIAS

 1.1 Estomas Intestinal e Urinário

   a) Pré-operatório
 
  • Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
  • Orientar quanto ao ato operatório, ao preparo prévio em geral, o estoma, aos equipamentos coletores, aos programas públicos de assistência e a Associação de Estomizados; a Declaração Internacional dos Direitos dos Ostomizados; a possibilidade de visita de uma pessoa estomizada que esteja reabilitada e outros.
  • Fazer a demarcação do local onde será implantado o futuro estoma.
  • Fazer teste de sensibilidade aos equipamentoss, se pertinente.
  • Encaminhar a outros profissionais, se necessário.
  • Planejar e executar visita domiciliária, em alguns casos particulares, para avaliar as condições da habitação, a dinâmica das relações familiares e a influência desta na participação do indivíduo nas atividades do cotidiano. 

b) Intra-operatório

  • Fazer intercâmbio com o enfermeiro do centro cirúrgico para troca de informações quanto ao equipamento adequado ao tipo de estoma, a "garantia" de confecção do estoma no local previamente demarcado.

c) Pós-operatório imediato e mediato

  • Realizar a visita para avaliar as condições do estoma e da ferida operatória, do efluente, a presença de complicações e condições do equipamento a fim de prescrever os cuidados necessários e orientar a equipe da unidade de internação quanto aos mesmos.
  • Realizar, progressivamente, as orientações de autocuidado ao paciente e cuidador, promovendo a reabilitação.

d) Pós-operatório tardio (ambulatorial ou domiciliário)

  • Avaliar as condições de pele periestoma, do estoma e presença de complicações.
  • Prescrever os equipamentos apropriados ao estoma sem anormalidade, bem como os tratamentos de estomaterapia quando houver presença de complicações (ex. dermatites, retração, prolapsos etc).
  • Reforçar as orientações prévias, quando necessário.
  • Fazer treinamento de auto-irrigação ou utilização de equipamento oclusor.
  • Encaminhar a outros profissionais da equipe interdisciplinar, quando se fizer necessário.
  • Estimular e/ou auxiliar o retorno dessa pessoa à participação social.
  • Enfatizar a importância da participação na Associação de Ostomizados ou grupos de auto-ajuda.
  • Acompanhar a evolução da doença de base associada e eventual tratamento adjuvante, orientando o cliente quanto aos exames de rotina e especializados.
  • Avaliar, de modo contínuo, as atividades assistenciais prestadas ao cliente, bem como os equipamentos usados nesses cuidados, por meio de protocolos, com vistas à melhoria da qualidade de vida dessa clientela.

1.2 Vesicostomia

a) Pré-operatório

  • Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
  • Orientar quanto ao ato operatório, ao preparo prévio em geral, o estoma, aos equipamentos coletores, aos programas públicos de assistência e a Associação de Estomizados;
  • Planejar e executar visita domiciliária, em alguns casos particulares, para avaliar as condições da habitação, a dinâmica das relações familiares e a influência desta na participação do indivíduo nas atividades do cotidiano.

b) Intra-operatório

  • Fazer intercâmbio com o enfermeiro do centro cirúrgico para troca de informações quanto ao equipamento adequado.

c) Pós-operatório imediato e mediato

  • Realizar a visita para avaliar as condições do estoma, do efluente, a presença de complicações e condições do equipamento a fim de prescrever os cuidados necessários e orientar a equipe/cuidador quanto os cuidados.

d) Pós-operatório tardio (ambulatorial ou domiciliário)

  • Avaliar as condições de pele periestoma, do estoma e presença de complicações.
  • Prescrever o equipamento apropriado, em como os tratamentos de estomaterapia quando houver presença de complicações (ex. dermatites) e cuidados gerais de preservação do trato urinário.
  • Solicitar exames de urina na suspeita de infecção urinária.
  • Reforçar as orientações prévias, quando necessário.
  • Acompanhar a evolução da doença de base associada e eventual tratamento adjuvante, orientando o cliente quanto aos exames de rotina e especializados.
  • Avaliar, de modo contínuo, as atividades assistenciais prestadas ao cliente, bem como os equipamentos usados nesses cuidados, através de protocolos, com vistas à qualidade de vida dessa clientela.

1.3 Cistostomia

a) Pré-operatório

  • Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
  • Orientar quanto ao ato operatório, ao preparo prévio em geral, o estoma, o equipamento coletor, aos programas públicos de assistência.
  • Planejar e executar visita domiciliária, em alguns casos particulares, para avaliar as condições da habitação, a dinâmica das relações familiares e a influência desta na participação do indivíduo nas atividades do cotidiano.

b) Pós-operatório imediato e mediato

  • Realizar a visita para avaliar as condições do estoma, do efluente, a presença de complicações e condições do equipamento a fim de prescrever os cuidados necessários e orientar a equipe/cuidador.

c) Pós-operatório tardio (ambulatorial ou domiciliário)

  • Avaliar as condições de pele periestoma, do estoma e presença de complicações.
  • Prescrever o equipamento apropriado, bem como os tratamentos de estomaterapia quando houver presença de complicações (ex. dermatites, granulomas) e cuidados gerais de preservação do trato urinário.
  • Trocar o cateter vesical, quando necessário.
  • Solicitar exames de urina na suspeita de infecção urinária.
  • Proceder à remoção definitiva do cateter (com prescrição médica).
  • Reforçar as orientações prévias, quando necessário.
  • Acompanhar a evolução da doença de base associada e eventual tratamento adjuvante, orientando o cliente quanto aos exames de rotina e especializados.
  • Avaliar, de modo contínuo, as atividades assistenciais prestadas ao cliente, bem como os equipamentos usados nesses cuidados, através de protocolos, com vistas à qualidade de vida dessa clientela.

1.4 Gastrostomias

a) Pré-operatório

  • Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
  • Orientar quanto ao ato operatório, ao preparo prévio em geral, o estoma, o tubo de alimentação e os cuidados relacionados ao mesmo e aos acessórios.    Encaminhar a outros profissionais, se necessário.

b) Pós-operatório imediato e mediato

  • Realizar a visita para avaliar as condições do estoma e da ferida operatória (quando houver), da pele ao redor e do tipo e condições do tubo de alimentação.
  • Realizar, progressivamente, as orientações de autocuidado ao paciente e cuidador quanto aos cuidados com o estoma, a pele, administração da dieta e cuidados com os acessórios.
  • Solicitar avaliação do nutricionista para prescrição e orientação da dieta.

c) Pós-operatório tardio (ambulatorial ou domiciliário)
  • Avaliar as condições de pele periestoma, do estoma e presença de complicações, tipo de tubo.
  • Averiguar de que forma os cuidados com o tubo/assessórios e estoma estão sendo realizados e reforçar as orientações, quando necessário.
  • Mensurar o diâmetro do estoma e da espessura da parede abdominal, se não houver esse registro (depois de no mínimo quatro a oito semanas).
  • Indicar o tubo apropriado, bem como os tratamentos de estomaterapia quando houver presença de complicações (ex. dermatites, granulomas etc).
  • Retirar e trocar o tubo de gastrostomia.
  • Avaliar, de modo contínuo, as atividades assistenciais prestadas ao cliente, bem como os equipamentos usados nesses cuidados, através de protocolos, com vistas à qualidade de vida dessa clientela.

1.5 Traqueostomias

a) Pré-operatório
  • Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
  • Orientar quanto ao ato operatório, ao preparo prévio em geral, o estoma, a cânula endotraqueal e os cuidados relacionados com a mesma.
  • Encaminhar a outros profissionais da equipe, se necessário.

b) Pós-operatório imediato e mediato
  • Realizar a visita para avaliar as condições do estoma e da ferida operatória (quando houver), da pele ao redor e do tipo e condições da cânula.
  • Indicar tratamento tópico de feridas quando se fizer necessário.
  • Realizar, progressivamente, as orientações de autocuidado ao paciente e cuidador quanto aos cuidados com o estoma, a pele, cuidados com a cânula e limpeza brônquica.
  • Solicitar avaliação de outros profissionais da equipe multiprofissional, se indicado.

 c) Pós-operatório tardio (ambulatorial ou domiciliário)
  • Avaliar as condições de pele periestoma, do estoma e presença de complicações.
  • Averiguar de que forma os cuidados com a cânula, estoma e pele periestoma estão sendo realizados e reforçar as orientações, quando necessário.
  • Indicar os tratamentos de estomaterapia quando houver presença de complicações (ex. dermatites, granulomas etc).
  • Trocar cânula de traqueostomia.
  • Avaliar, de modo contínuo, as atividades assistenciais prestadas ao cliente.
  • Atuar com os demais profissionais da equipe no processo de reabilitação do mesmo.
  • Avaliar, de modo contínuo, as atividades assistenciais prestadas ao cliente, bem como os equipamentos usados nesses cuidados, através de protocolos, com vistas à qualidade de vida dessa clientela. 

1.6 Fístulas
  • Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
  • Avaliar as condições da pele e a presença de complicações.
  • Prescrever os equipamentos apropriados ao tipo de fístula.
  • Acompanhar a evolução da doença de base associada e eventual tratamento adjuvante, orientando o cliente quanto aos exames de rotina e especializados.
  • Atuar com os demais profissionais da equipe no processo de reabilitação do mesmo.
  • Avaliar, de modo contínuo, as atividades assistenciais prestadas ao cliente, bem como os equipamentos usados nesses cuidados, por meio de protocolos, com vistas à melhoria da qualidade de vida dessa clientela.

2. ÁREA DE FERIDAS

2.1 Úlcera por Pressão

a) Prevenção

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Prescrever cuidados com a pele em geral, superfície de suporte, segundo grau de risco, e demais medidas de preservação da integridade cutânea.
    Solicitar exames bioquímicos e hematológicos quando pertinentes.
    Realizar reeducação vésico-intestinal, quando pertinente.
    Fazer orientação alimentar e hídrica e quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário (ex. fonoaudiólogo, fisioterapeuta).
    Orientar a equipe/cuidadores quanto aos cuidados propostos.

b) Tratamento

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Solicitar exames bioquímicos, hematológicos, cultura da ferida e outros quando necessário.
    Prescrever cuidados com a pele em geral, superfície de suporte, segundo grau de risco, e demais medidas de preservação da integridade cutânea e diminuição do risco de deterioração da úlcera, tais como mobilização e posicionamento entre outros.
    Realizar desbridamento instrumental conservador.
    Prescrever terapia tópica e terapias adjuntas (LASER, eletroestimulação, terapia a vácuo e outras).
    Realizar reeducação vésico-intestinal quando pertinente.
    Fazer orientação alimentar e hídrica e quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário (ex. fonoaudiólogo, fisioterapeuta e outros).
    Orientar a equipe/cuidadores quanto aos cuidados propostos.

2.2 Úlceras vasculogênica de origem venosa

a) Prevenção

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Fazer exame de índice de tornozelo braço com utilização do Doppler vascular periférico.
    Realizar cuidados podiátricos (cuidados com as unhas: limpeza de micose, corte adequado, correção de deformidades* e remoção de espículas* ; cuidados com os pés: remoção de calos e calosidades).
OBS. *mediante curso complementar de capacitação em podiatria.
    Prescrever cuidados com a pele em geral e demais medidas de preservação da integridade cutânea.
    Solicitar exames bioquímicos e hematológicos quando pertinentes.
    Fazer orientação alimentar e hídrica e, quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Orientar exercícios de fortalecimento da musculatura da perna, repouso alternado, elevação de membros inferiores, drenagem linfática e medidas compressivas.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário.

b)  Tratamento

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Solicitar exames bioquímicos, hematológicos, cultura da ferida e outros quando necessário.
    Fazer exame de índice de tornozelo braço com utilização do Doppler vascular periférico.
    Prescrever cuidados com a pele em geral e demais medidas de preservação da integridade cutânea.
    Realizar desbridamento instrumental conservador.
    Prescrever terapia tópica.
    Prescrever bota de Unna ou terapia compressiva.
    Prescrever terapias adjuntas (LASER, eletroestimulação, terapia a vácuo e outras).
    Realizar cuidados podiátricos (cuidados com as unhas: limpeza de micose, corte adequado, correção de deformidades* e remoção de espículas* ; cuidados com os pés: remoção de calos e calosidades).
OBS. *mediante curso complementar de capacitação em podiatria.
    Orientar exercícios de fortalecimento da musculatura da perna, repouso alternado, elevação de membros inferiores, drenagem linfática e medidas de compressão.
    Fazer orientação alimentar e hídrica e quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário (ex. fisioterapeuta, educadores físicos e outros).
    Orientar a equipe quanto aos cuidados propostos.

2.3 Úlceras neurotróficas por Doença de Hansen

a) Prevenção

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
OBS: no serviço público existe Ficha de Notificação/Investigação Hanseníase (Sistema Nacional de Agravos de Notificação - SINAN) do Ministério da Saúde
    Fazer exame de índice de tornozelo braço com utilização do Doppler vascular periférico.
    Fazer exame dos pés com equipamentos apropriados para detectar grau e localização de lesão neurogênica.
    Prescrever cuidados e medidas para a prevenção de incapacidade
    Prescrever cuidados com a pele em geral e demais medidas de preservação da integridade cutânea.
    Realizar cuidados podiátricos (cuidados com as unhas: limpeza de micose, corte adequado, correção de deformidades* e remoção de espículas* ; cuidados com os pés: remoção de calos e calosidades).
OBS. *mediante curso complementar de capacitação em podiatria.
    Solicitar exames bioquímicos e hematológicos quando pertinentes.
    Fazer orientação alimentar e hídrica e, quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Orientar exercícios de fortalecimento da musculatura da perna, repouso alternado, elevação de membros inferiores, medidas compressivas.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário.

b)  Tratamento

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Solicitar exames bioquímicos, hematológicos, cultura da ferida e outros quando necessário.
    Fazer exame de índice de tornozelo braço com utilização do Doppler vascular periférico.
    Prescrever cuidados com a pele em geral e demais medidas de preservação da integridade cutânea e muscular
    Realizar desbridamento instrumental conservador.
    Prescrever terapia tópica.
    Prescrever bota de Unna ou terapia compressiva.
    Prescrever terapias adjuntas (LASER, eletroestimulação, terapia a vácuo e outras).
    Realizar cuidados podiátricos (cuidados com as unhas: limpeza de micose, corte adequado, correção de deformidades* e remoção de espículas* ; cuidados com os pés: remoção de calos e calosidades).
OBS. *mediante curso complementar de capacitação em podiatria.
    Orientar exercícios de fortalecimento da musculatura da perna e pés, repouso alternado, elevação de membros inferiores.
    Fazer orientação alimentar e hídrica e quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário (ex. fisioterapeuta, educadores físicos e outros).
    Orientar a equipe quanto aos cuidados propostos.

2.4 Úlceras vasculogênica de origem arterial (diabética ou não)

a) Prevenção

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Fazer exame de índice de tornozelo braço com utilização do Doppler vascular periférico.
    Realizar cuidados podiátricos (cuidados com as unhas: limpeza de micose, corte adequado, correção de deformidades* e remoção de espículas* ; cuidados com os pés: remoção de calos e calosidades).
OBS. *mediante curso complementar de capacitação em podiatria.
    Prescrever cuidados com a pele em geral e demais medidas de preservação da integridade cutânea.
    Solicitar exames bioquímicos e hematológicos quando pertinentes.
    Fazer orientação alimentar e hídrica e, quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário.

b)  Tratamento

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Solicitar exames bioquímicos, hematológicos, cultura da ferida e outros quando necessário.
    Fazer exame de índice de tornozelo braço com utilização do Doppler vascular periférico.
    Prescrever cuidados com a pele em geral e demais medidas de preservação da integridade cutânea.
    Prescrever cuidados com a pele em geral.
    Realizar desbridamento instrumental conservador, quando indicado.
    Prescrever terapia tópica e terapias adjuntas (LASER, eletroestimulação, terapia a vácuo e outras).
    Realizar cuidados podiátricos (cuidados com as unhas: limpeza de micose, corte adequado, correção de deformidades* e remoção de espículas* ; cuidados com os pés: remoção de calos e calosidades).
 OBS. *mediante curso complementar de capacitação em podiatria.
    Fazer orientação alimentar e hídrica e quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário (ex. fisioterapeuta, educadores físicos e outros).
    Orientar a equipe quanto aos cuidados propostos.

2.5 Úlceras Diabética

a) Prevenção

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Fazer exame de índice de tornozelo braço com utilização do Doppler vascular periférico.
    Fazer exame dos pés com equipamentos apropriados para detectar grau e localização de lesão neurogênica
    Prescrever cuidados e medidas para a prevenção de incapacidade nos pés.
    Prescrever cuidados com a pele em geral e demais medidas de preservação da integridade cutânea.
    Realizar cuidados podiátricos (cuidados com as unhas: limpeza de micose, corte adequado, correção de deformidades* e remoção de espículas* ; cuidados com os pés: remoção de calos e calosidades).
OBS. *mediante curso complementar de capacitação em podiatria.
    Solicitar exames bioquímicos e hematológicos quando pertinentes.
    Fazer orientação alimentar e hídrica e, quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Orientar exercícios de fortalecimento da musculatura da perna, uso de calçados e palmilhas adequados.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário.

b)  Tratamento

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Solicitar exames bioquímicos, hematológicos, cultura da ferida e outros quando necessário.
    Fazer exame de índice de tornozelo braço com utilização do Doppler vascular periférico.
    Fazer exame dos pés com equipamentos apropriados para detectar grau e localização de lesão neurogênica
    Prescrever cuidados com a pele em geral e demais medidas de preservação da integridade cutânea e muscular
    Realizar desbridamento instrumental conservador.
    Prescrever terapia tópica e terapias adjuntas (LASER, eletroestimulação, terapia a vácuo e outras).
    Realizar cuidados podiátricos (cuidados com as unhas: limpeza de micose, corte adequado, correção de deformidades* e remoção de espículas* ; cuidados com os pés: remoção de calos e calosidades).
OBS. *mediante curso complementar de capacitação em podiatria.
    Orientar exercícios de fortalecimento da musculatura da perna, uso de calçados e palmilhas adequados.
    Fazer orientação alimentar e hídrica e quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário (ex. fisioterapeuta, educadores físicos e outros).

2.6 Demais feridas/úlcera em geral

a) Prevenção

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Prescrever cuidados com a pele em geral e demais medidas de preservação da integridade cutânea.
    Solicitar exames bioquímicos e hematológicos e outros quando pertinentes.
    Fazer orientação alimentar e hídrica e, quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário.

b)  Tratamento

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Solicitar exames bioquímicos, hematológicos, cultura da ferida e outros quando necessário.
    Prescrever cuidados com a pele em geral e demais medidas de preservação da integridade cutânea e muscular
    Realizar desbridamento instrumental conservador.
    Prescrever terapia tópica e terapias adjuntas (LASER, eletroestimulação, terapia a vácuo e outras).
    Fazer orientação alimentar e hídrica e quando pertinente solicitar avaliação do nutricionista.
    Encaminhar para outros profissionais da equipe quando necessário (ex. fisioterapeuta, educadores físicos e outros).

3. ÁREA DE INCONTINÊNCIAS 

3.1. Incontinência urinária e/ou anal

a) Pré-operatório

    Realizar consulta de enfermagem, utilizando instrumento de avaliação que possibilite a obtenção de subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em estomaterapia (o histórico deve contemplar dados relacionados aos aspectos sócio-demográficos, da saúde em geral e outros aspectos relevantes, bem como o exame físico).
    Orientar quanto ao ato operatório, ao preparo prévio em geral, o uso de cateteres e equipamentos coletores diversos, os programas públicos de assistência e outros.
    Fazer teste de sensibilidade para o uso de equipamentos, quando pertinente.
    Encaminhar a outros profissionais, se necessário.
    Planejar e executar visita domiciliária, em alguns casos particulares, para avaliar as condições da habitação, a dinâmica das relações familiares e a influência desta na participação do indivíduo nas atividades do cotidiano.
    Participar da realização de exames para a elucidação de diagnóstico, quando integrada à equipe de cuidado a pacientes incontinentes, desde que obtenha os pré-requisitos técnico-científicos para tanto, estabelecidos pela SOBEST.

b) Intra-operatório

    Fazer intercâmbio com a equipe cirúrgica para troca de informações quanto aos equipamentos adequados ao tipo de cirurgia, para a promoção de melhor qualidade de vida ao paciente.

c) Pós-operatório imediato e mediato

    Realizar a visita para avaliar as condições do cliente e da ferida operatória, a presença de complicações e condições dos equipamentos, a fim de prescrever os cuidados necessários e orientar a equipe da unidade de internação, quanto aos mesmos.
    Realizar, progressivamente, as orientações de autocuidado ao paciente e cuidador, promovendo a sua reabilitação.

d) Pós-operatório tardio (ambulatorial ou domiciliário) 

    Avaliar as condições da pele e da ferida cirúrgica e a presença de complicações.
    Reforçar as orientações prévias, quando necessário.
    Preparar e orientar para a realização de diário vesical e/ou evacuatório, para o embasamento de futuras condutas.
    Orientar e implementar os treinos vesical e/ou intestinal, com vistas à reeducação do paciente no tocante aos hábitos miccional e evacuatório.
    Orientar e implementar o cateterismo vesical intermitente limpo, preparando o paciente para o autocuidado, ou treinando o seu cuidador, quando indicado.
    Implementar o cateterismo vesical de demora, bem como o uso de equipamentos adequados, quando indicado.
    Encaminhar a outros profissionais da equipe interdisciplinar, quando se fizer necessário.
    Estimular e/ou auxiliar o retorno dessa pessoa à participação social.
    Enfatizar a importância da participação em grupos de auto-ajuda.
    Acompanhar a evolução da doença de base associada e eventual tratamento adjuvante, orientando o cliente quanto aos exames de rotina e especializados.
    Avaliar, de modo contínuo, as atividades assistenciais prestadas ao cliente, bem como os equipamentos usados nesses cuidados, através de protocolos, com vistas à qualidade de vida dessa clientela.

Reeducação do incontinente

   Após avaliação minuciosa, para pacientes com incontinências urinária e/ou anal, ou para estabelecer programa preventivo de incontinências, quando pertinente, o enfermeiro estomaterapeuta poderá:

    Preparar e orientar para a realização de diários vesical e/ou evacuatório, para o embasamento de futuras condutas.
    Orientar e implementar o treino vesical e/ou intestinal, com vistas à reeducação do paciente no tocante aos hábitos miccional e evacuatório.
    Orientar e implementar o cateterismo vesical intermitente limpo, preparando o paciente para o autocuidado, ou treinando o seu cuidador, quando indicado.
    Implementar o cateterismo vesical de demora, bem como o uso de equipamentos adequados, quando indicado.
    Orientar e realizar programa de exercícios para o fortalecimento da musculatura do soalho pélvico, com vistas à obtenção da continência urinária e/ou anal.
    Realizar programa de biofeedback, para propiciar ao paciente o reconhecimento das estruturas anatômicas a serem fortalecidas, por ocasião da realização de exercícios perineais.
    Orientar e realizar programa de uso de cones vaginais, com vistas ao reconhecimento e fortalecimento da musculatura do soalho pélvico.
    Realizar terapia de eletroestimulação para fortalecimento de musculatura do soalho pélvico, com o uso de eletrodos de superfície, probes endovaginais ou endoanais, quando necessário.
    Avaliar, implementar e orientar a utilização de pessários vaginais para a correção de prolapsos de órgão pélvico, quando indicado.
    Avaliar, implementar e orientar a utilização de plug anal para a melhora da continência anal, quando indicado.
    Avaliar, implementar e orientar a utilização de demais equipamentos disponíveis no mercado, com vistas a melhorar a continência urinária e/ou anal e seu impacto na qualidade de vida dos clientes por elas acometidos.
    Realização de Exame Urodinâmico (desde que possua certificação em curso reconhecido pela International Continence Society - ICS), quando integrada à equipe de cuidado a pacientes incontinentes, desde que obtenha os pré-requisitos técnico-científicos para tanto, estabelecidos pela SOBEST.

Outras Atribuições

    Promover o desenvolvimento de programas de educação que propiciem o crescimento pessoal e profissional de todos os componentes das equipes, levando em conta o fator custo-benefício.
    Participar na comissão de descrição técnica dos equipamentos/tecnologias e julgamento nos processos de licitação junto à Secretaria/Ministério de Saúde.
    Assessorar a organização de serviços de estomaterapia, desenvolvimento e aperfeiçoamento de tecnologias para o cuidado em estomaterapia.
    Coordenação e/ou assessoria técnica de cursos de especialização em estomaterapia (exclusivo do Enfermeiro Estomaterapeuta Ti SOBEST).


* Documento elaborado por: Beatriz Alves Yamada, Elisabeth Capaldo Ferrola, Gisele Regina de Azevedo, Leila Blanes, Noemi Marisa Rogenski, Vera Lúcia Conceição Gouveia Santos.

Quem é o Enfermeiro Estomaterapeuta?


A estomaterapia, desde 1980, é uma especialidade - pós-graduação latu sensu - da prática da enfermagem, voltada para o cuidado de pessoas com estomias, feridas agudas e crônicas, fístulas, drenos, cateteres e incontinências anal e urinária.

Como se tornar um ENFERMEIRO ESTOMATERAPEUTA?

ENFERMEIRO ESTOMATERAPEUTA deverá realizar especialização em Enfermagem em Estomaterapia em cursos com abrangência em todas as áreas da especialidade, reconhecidos pelos órgão nacionais de educação, pela SOBEST e credenciados pelo WCET.
A titulação visa oferecer ao enfermeiro pós-graduados em estomaterapiaa a oportunidade de receber um "selo" de qualidade.

ENFERMEIRO ESTOMATERAPEUTA TiSOBEST
TiSOBEST é um título concedido, única e exclusivamente, pela SOBEST,  renovável a cada 6 anos,  cujas normas foram criadas pelo conselho científico e aprovadas em Assembléia Geral Ordinária.
A titulação visa oferecer ao enfermeiro estomaterapeuta a oportunidade de receber um "selo" de qualidade. 
São duas as etapas necessárias para a obtenção mesmo: 
- Primeira: realização de especialização em Enfermagem em Estomaterapia em cursos com abrangência em todas as áreas da especialidade, reconhecidos pela SOBEST e credenciados pelo WCET.  
- Segunda: aprovação no concurso de títulos (currrículo) e prova, realizado pela SOBEST. A aprovação poderá ocorrer somente com currículo, caso atenda a nota mínima necessária. Para aqueles que não possuem um currículo suficiente para obtenção de nota mínima, deverão ser submetidos a prova de conhecimento teórico nas áreas de estomias, feridas, incontinências para complementar.

Texto produzido por Beatriz Yamada e atualizado por Suely Thuler em novembro de 2009 de acordo com a  Assembléia Geral Ordinária de 25 de outubro de 2009.

O que é Estomaterapia?


A estomaterapia, desde 1980, é uma especialidade - pós-graduação latu sensu - da prática da enfermagem, voltada para o cuidado de pessoas com estomias, feridas agudas e crônicas, fístulas, drenos, cateteres e incontinências anal e urinária.

Como se tornar um ENFERMEIRO ESTOMATERAPEUTA?

ENFERMEIRO ESTOMATERAPEUTA deverá realizar especialização em Enfermagem em Estomaterapia em cursos com abrangência em todas as áreas da especialidade, reconhecidos pelos órgão nacionais de educação, pela SOBEST e credenciados pelo WCET.
A titulação visa oferecer ao enfermeiro pós-graduados em estomaterapiaa a oportunidade de receber um "selo" de qualidade.

ENFERMEIRO ESTOMATERAPEUTA TiSOBEST
TiSOBEST é um título concedido, única e exclusivamente, pela SOBEST,  renovável a cada 6 anos,  cujas normas foram criadas pelo conselho científico e aprovadas em Assembléia Geral Ordinária.
A titulação visa oferecer ao enfermeiro estomaterapeuta a oportunidade de receber um "selo" de qualidade. 
São duas as etapas necessárias para a obtenção mesmo: 
- Primeira: realização de especialização em Enfermagem em Estomaterapia em cursos com abrangência em todas as áreas da especialidade, reconhecidos pela SOBEST e credenciados pelo WCET.  
- Segunda: aprovação no concurso de títulos (currrículo) e prova, realizado pela SOBEST. A aprovação poderá ocorrer somente com currículo, caso atenda a nota mínima necessária. Para aqueles que não possuem um currículo suficiente para obtenção de nota mínima, deverão ser submetidos a prova de conhecimento teórico nas áreas de estomias, feridas, incontinências para complementar.

Texto produzido por Beatriz Yamada e atualizado por Suely Thuler em novembro de 2009 de acordo com a  Assembléia Geral Ordinária de 25 de outubro de 2009.

terça-feira, 13 de março de 2012

Enfermagem da Alegria


A Enfermagem da Alegria é um projeto de extensão que propõe uma abordagem lúdica do paciente
hospitalizado, levando aos pacientes internos nas enfermarias das Instituiçõescom seus respectivos
acompanhantes, alegria e uma nova visão do ambiente hospitalar, através de leitura e interpretação
de estórias, fantoches, estimulação à leitura, escrita, música e arte no paciente, adaptação de datas
comemorativas, além de orientações sobre educação, tendo em vista a importante fase de
desenvolvimento e aprendizado pela qual estão passando. O grupo investe nesta abordagem porque é
ciente dequepesquisas na área psicológica confirmam queo confinamento prolongado em áreaestranha
ao paciente e a separação brusca da família atrasam a recuperação orgânica enquanto que a
estimulação à integração comalegria promove uma recuperação mais rápida e altas hospitalares em
período mais curto.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Gonorréia

Gonorréia
A gonorréia é também conhecida pelos nomes: blenorragia, uretrite gonocócica, esquentamento, corrimento, escorrimento e pingadeira. É uma doença causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que afeta, principalmente, a uretra, tanto de homens quanto de mulheres.
Como é uma DST (doença sexualmente transmissível), a prática sexual desprevenida - inclusive anal e oral - é uma forma de transmissão. Assim, ânus e faringe podem, também, se comprometer. A probabilidade de contaminação após o relacionamento com um parceiro doente é de 90%.

Bebês correm o risco de serem infectados por suas mães, no momento do parto, apresentando danos oculares.
Algumas mulheres podem ter a doença sem, no entanto, apresentarem sintomas. Estes aparecem aproximadamente dez dias após o contato. Nestas, dores na região inferior do abdome, hemorragia e dor ao urinar podem aparecer. Nos homens, inflamação, incômodo ao urinar e secreção com pus – características semelhantes às que ocorrem quando há infecção anal. Ínguas na região da virilha podem aparecer.
Raramente, a bactéria se dissemina pela circulação sanguínea. Tal fato pode desencadear danos à epiderme, articulações, cérebro, faringe, olhos e válvulas cardíacas.
O diagnóstico é feito pela análise do histórico do paciente e exame da secreção. O tratamento é feito com o uso de antibióticos, geralmente em dose única. A penicilina deixou de ser utilizada em razão da grande resistência que as bactérias adquiriram a ela. No caso da gonorréia ocular, chamada conjuntivite gonocócica, é acrescido o uso de colírios de nitrato de prata.
Muitos postos de saúde distribuem as medicações gratuitamente.
Relações sexuais e bebidas alcoólicas devem ser evitadas neste período e por mais uma semana após o tratamento. Os parceiros de pessoas infectadas devem, também, se consultar, a fim de verificar se houve contágio.
Não tratada de forma correta, pode causar infecção dos órgãos do sistema genital, com condições de originar esterilidade.
O uso da camisinha (ou abstinência sexual) e o pré-natal são as únicas formas de evitar a gonorréia.

sábado, 4 de junho de 2011

Fibrose Muscular

Fibrose é a formação ou desenvolvimento em excesso de em um órgão ou tecido como processo reparativo ou reativo, com a formação de tecido fibroso como um constituinte normal de um órgão ou tecido.

Nesta semana o Jogador Valdivia do palmeiras será afastado do time por tempo indeterminado,pois ao sair de campo sentindo dores na coxa esquerda, foi detectado pelo médico do palmeiras que o jogador está com fibrose na parte posterior da coxa.
O jogador sofre com uma fibrose neste local, que, em tese, não o impede de atuar. Afinal, não é uma lesão propriamente dita. mas o jogador ficará em tratamento até que tenha totais condições de jogo.


A patologia também está no esporte!!!